Sede de palavras com sede
de água fresca e pura
manhã
tão luminosa como a luz,
descerra as cortinas do meu sonho
e mata as saudades das coisas que nunca vi,
conduz-me à fonte do sorriso
e ajuda-me a ser o ser
p'ra que nasci!
EM - OS CAMINHOS DO SILÊNCIO - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
Mostrar mensagens com a etiqueta Eduardo Aleixo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Eduardo Aleixo. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Tu não precisas dos livros dos sábios - EDUARDO ALEIXO
Tu não precisas dos livros dos sábios
Para vires falar sobre o voo das gaivotas
Nem sobre o escoar leve das areias finas
Pelos dedos das tuas mãos
Nem sobre o azul do céu e das ondas do mar!
E não precisas,
Porque tudo está nos teus olhos,
Nas tuas mãos,
Na pele do teu corpo,
Pincel mágico
Que pintou o quadro vivo do poema.
EM - OS CAMINHOS DO SILÊNCIO - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
Para vires falar sobre o voo das gaivotas
Nem sobre o escoar leve das areias finas
Pelos dedos das tuas mãos
Nem sobre o azul do céu e das ondas do mar!
E não precisas,
Porque tudo está nos teus olhos,
Nas tuas mãos,
Na pele do teu corpo,
Pincel mágico
Que pintou o quadro vivo do poema.
EM - OS CAMINHOS DO SILÊNCIO - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Inspiro a manhã - EDUARDO ALEIXO
Quando era mais novo deitava-me tarde
E respirava o ar dengoso da noite.
Agora, levanto-me cedo,
Inspiro a frescura da manhã,
E rejubilo com o cantarolar dos pássaros.
EM - OS CAMINHOS DO SILÊNCIO- EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
E respirava o ar dengoso da noite.
Agora, levanto-me cedo,
Inspiro a frescura da manhã,
E rejubilo com o cantarolar dos pássaros.
EM - OS CAMINHOS DO SILÊNCIO- EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
domingo, 9 de dezembro de 2012
Estás longe-perto - EDUARDO ALEIXO
Onde estarás?
Só depois de partires
É que melhor te conheci
E mais te amei.
Estás algures longe-perto.
Será que um dia nos vamos encontrar
Quando eu partir para esse lugar?
Amo-te.
Faz hoje anos que partiste.
Tanto te amei.
Devia ter-te amado mais.
Mas há coisas que só vemos depois!
Tu sabes quais são!
Tens escutado a minha voz
E o meu pensamento.
Estás longe-perto!
EM - OS CAMINHOS DO SILÊNCIO - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
terça-feira, 8 de maio de 2012
Isto é mais importante - EDUARDO ALEIXO
É importante escutar o que dizem os pássaros,
a voz do mar,
os sentimentos do vento,
a sonata do luar,
o namoro das pedras com as águas,
a sinfonia dos canaviais,
o rumorejar dos pássaros
antes do anoitar dos bicos
debaixo dos sovacos das penas...
Tantas palavras que escrevo para dizer
que isto é mais importante
do que os pensamentos ardilosos
que te povoam a mente
e com os quais, se dizes que mentes
a sábia música do silêncio...
mentes!...
EM - OS CAMINHOS DO SILÊNCIO - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Constrói a paz - EDUARDO ALEIXO
Constrói a paz
Para que tenham
Sentido as flores
E se diga aos que nascem
A razão das dores.
EM - AS PALAVRAS SÃO DE ÁGUA - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
Para que tenham
Sentido as flores
E se diga aos que nascem
A razão das dores.
EM - AS PALAVRAS SÃO DE ÁGUA - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
A respiração das pedras - EDUARDO ALEIXO
Há o momento
Do rasgão aberto
Na saia do tempo
Em que disponíveis
Sem o sabermos
Sentimos a respiração das pedras
E as carícias do vento...
São as musas?!
Eu diria:
- Não sei o que aconteceu!
Só sei que as velhas palavras
Cantam de um modo diferente
Como se dissessem
Coisas novas!...
EM - AS PALAVRAS SÃO DE ÁGUA - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
Do rasgão aberto
Na saia do tempo
Em que disponíveis
Sem o sabermos
Sentimos a respiração das pedras
E as carícias do vento...
São as musas?!
Eu diria:
- Não sei o que aconteceu!
Só sei que as velhas palavras
Cantam de um modo diferente
Como se dissessem
Coisas novas!...
EM - AS PALAVRAS SÃO DE ÁGUA - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Eternamente sábios - EDUARDO ALEIXO
Há homens e mulheres que bebem
A eternidade dos momentos.
Têm os olhos abertos
E atentos.
Vivem encantados,
Sorriem
E choram
Com a mesma facilidade.
Eternamente crianças,
São os únicos adultos sábios.
EM - AS PALAVRAS SÃO DE ÁGUA - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
A eternidade dos momentos.
Têm os olhos abertos
E atentos.
Vivem encantados,
Sorriem
E choram
Com a mesma facilidade.
Eternamente crianças,
São os únicos adultos sábios.
EM - AS PALAVRAS SÃO DE ÁGUA - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
As palavras e o ódio... - EDUARDO ALEIXO
As palavras são palavras.
Nuvens.
Instrumentos na mão do vento.
O vento somos nós!
Se o vento entoar a canção do amor,
As palavras serão de amor.
Se o vento entoar a canção do ódio,
As palavras serão de ódio.
As palavras de amor são visitas habituais
Na morada do meu coração.
As outras...
Não entram nele,
Nem permito que se aproximem!
Limito-me a vê-las,
Bichos rastejantes,
Na viagem de regresso!
EM - AS PALAVRAS SÃO DE ÁGUA - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
Nuvens.
Instrumentos na mão do vento.
O vento somos nós!
Se o vento entoar a canção do amor,
As palavras serão de amor.
Se o vento entoar a canção do ódio,
As palavras serão de ódio.
As palavras de amor são visitas habituais
Na morada do meu coração.
As outras...
Não entram nele,
Nem permito que se aproximem!
Limito-me a vê-las,
Bichos rastejantes,
Na viagem de regresso!
EM - AS PALAVRAS SÃO DE ÁGUA - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Belas e úteis - EDUARDO ALEIXO
Que as palavras sejam belas
Mas que sejam úteis!...
Que os passos que dê
Sejam como arados
Na terra grata,
De grãos pesados.
Que diga casa,
Com mãos quentes
De amor
E de suor.
Que diga amada
E o vento trema de emoção
E o sol fique cheio de inveja!...
EM - AS PALAVRAS SÃO DE ÁGUA - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
Mas que sejam úteis!...
Que os passos que dê
Sejam como arados
Na terra grata,
De grãos pesados.
Que diga casa,
Com mãos quentes
De amor
E de suor.
Que diga amada
E o vento trema de emoção
E o sol fique cheio de inveja!...
EM - AS PALAVRAS SÃO DE ÁGUA - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Definição de poema - EDUARDO ALEIXO
Casa de palavras
Letras com sílabas
De janelas abertas
Aos sons e aos tons
Do riso e do beijo
Da mágoa e do pranto
Da vida e da morte
Cântico de amor
Sinfonia terrivelmente bela
Festa incrível
Hino de silêncio
Que só as aves
E as águas cantam...
EM - AS PALAVRAS SÃO DE ÁGUA - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
Letras com sílabas
De janelas abertas
Aos sons e aos tons
Do riso e do beijo
Da mágoa e do pranto
Da vida e da morte
Cântico de amor
Sinfonia terrivelmente bela
Festa incrível
Hino de silêncio
Que só as aves
E as águas cantam...
EM - AS PALAVRAS SÃO DE ÁGUA - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
A missão das palavras - EDUARDO ALEIXO
Palavras gravadas na pedra
e oferecidas ao vento do amor.
Palavras com cheiro de pele, de sangue, de suor,
de dor, de riso e de esperança,
embrulhadas como prendas
e levadas no bico dos pássaros.
Palavras leves, beijos de água,
que servem para lavar as mágoas.
Palavras aladas, luminosas, musicais,
que se reportam ao percurso da alma...
EM - AS PALAVRAS SÃO DE ÁGUA - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
e oferecidas ao vento do amor.
Palavras com cheiro de pele, de sangue, de suor,
de dor, de riso e de esperança,
embrulhadas como prendas
e levadas no bico dos pássaros.
Palavras leves, beijos de água,
que servem para lavar as mágoas.
Palavras aladas, luminosas, musicais,
que se reportam ao percurso da alma...
EM - AS PALAVRAS SÃO DE ÁGUA - EDUARDO ALEIXO - CHIADO EDITORA
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Tenho como destino - EDUARDO ALEIXO
Tento deslizar sem esforço e com atenção ilimitada
Rodeio os penhascos conhecidos e os obstáculos inimaginádos.
Recuso os choques.
Corto, sem tempo, os nós mergulhados nas articulações
Dos ossos do espaço e do tempo.
Caminho nos caminhos invisíveis e silenciosos do silêncio.
Tenho como destino um bosque
de amor harmonioso e perfumado.
in... As palavras são de água - EDUARDO ALEIXO - Chiado editora
Blogue do autor aqui
Site da editora aqui
domingo, 29 de agosto de 2010
Abeiro-me de ti... - EDUARDO ALEIXO
Abeiro-me de ti,
Companheira
De rosto sereno.
Alimenta as minhas forças
Contra os inimigos da paz.
Beija-me na face
E apazigua as tempestades
Que se avolumam no meu peito.
Que sejas a água
Da rocha
Lisa e forte
Que quero ser.
E que ambos
Passemos
Atentos
E juntos
Pelo centro das aldeias
E cidades,
Mais ricos do amor
Que o mundo nos concede,
Muitas vezes nos nega,
Mas sempre nos merece!...
in... As palavras são de água - EDUARDO ALEIXO - Chiado Editora
Blogue do autor aqui
Site da editora aqui
sexta-feira, 2 de julho de 2010
O amor também é dor - EDUARDO ALEIXO
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
As palavras são de água - EDUARDO ALEIXO
As palavras rebolam pela estrada aberta
e eu senti o momento da abertura!
Uma fonte se abriu
quando espetei o dedo no ponto certo
da argila da montanha
e a água correu!
Recebo-a com cuidado na ponta dos meus dedos,
nem penso,
deixo-a correr pelas mãos
e lavo com ela o corpo todo.
É o momento da minha ligação ao universo!
Agora revejo o meu rosto verdadeiro
que se expressa
feliz ou triste, não importa.
É a água da Fonte!
Não há estrangulamentos...
Sou a água que corre e me ilumina.
As palavras são de água.
Correm.
Ouvem-se no silêncio.
A alma está contente porque eu a ouvi
no momento certo.
Ela esperava que eu a ouvisse.
Ela espera sempre ser ouvida.
Nem sempre a ouço...
Ando muitas vezes distraído...
Mas há momentos que não sei explicar:
-Descubro fontes!
São os momentos do encontro maior!
-O encontro mágico do amor.
in... As palavras são de água - EDUARDO ALEIXO - Chiado Editora
Blogue do autor aqui.
Site da editora aqui.
Subscrever:
Mensagens (Atom)









