Sei que construíste uma ponte.
Para mim, amor...
Mas, e o rio, onde está?
O rio mudou-se,
Esqueceu-se do leito,
Dormiu ao relento,
Apagou-se...
E só tu não viste...
E mergulhaste, em vão,
Em pedras polidas,
Lambidas,
Pelo rio desertor,
Que já não é nosso, amor...
EM - DA SERENA IDADE DAS COISAS - TERESA TEIXEIRA - TEMAS ORIGINAIS
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segunda-feira, 21 de setembro de 2015
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Poema rasgado - TERESA TEIXEIRA
Eu queria cantar o amar...
(solta-se um vento que estremece as ondas,
namora-me o mar)
Queria cantar a força...
(solta-se um tempo que estreita as fissuras,
fascina-me a forca)
Queria cantar a paz...
(rasgo-me em verso, de lírios vestida,
sou branco fugaz)
Quero cantar a esperança...
(prende-me a rima que busca sem rumo...
... as ranhuras ásperas da cobrança...)
EM - DA SERENA IDADE DAS COISAS - TERESA TEIXEIRA - TEMAS ORIGINAIS
(solta-se um vento que estremece as ondas,
namora-me o mar)
Queria cantar a força...
(solta-se um tempo que estreita as fissuras,
fascina-me a forca)
Queria cantar a paz...
(rasgo-me em verso, de lírios vestida,
sou branco fugaz)
Quero cantar a esperança...
(prende-me a rima que busca sem rumo...
... as ranhuras ásperas da cobrança...)
EM - DA SERENA IDADE DAS COISAS - TERESA TEIXEIRA - TEMAS ORIGINAIS
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