Há um barco,
há um homem nas areias.
Obscuramente aprende
a morrer onde as águas são mais duras.
Sei que é verão pelo hálito da loucura,
o brilho em declínio das giestas
a caminho das dunas.
O homem adormecido
e o mar eram de vidro.
EM - POESIA - EUGÉNIO DE ANDRADE - ASSÍRIO & ALVIM