segunda-feira, 27 de julho de 2026

A caminho das dunas - Eugénio de Andrade

Há um barco,
há um homem nas areias.
Obscuramente aprende
a morrer onde as águas são mais duras.
Sei que é verão pelo hálito da loucura,
o brilho em declínio das giestas
a caminho das dunas.
O homem adormecido
e o mar eram de vidro.

EM - POESIA - EUGÉNIO DE ANDRADE - ASSÍRIO & ALVIM

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