LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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Foi o Cuco espertalhão,
Como é seu costume antigo,
Pôr o ovo em casa alheia.
O ovo era grande,
O Ninho pequeno.
Olhando a desdita,
Chora a mãe madrasta:
Cuco trapalhão
Leva o teu ovinho
Daqui para fora.
– Não levo, não.
Responde o Cuco,
Com um repelão.
– Senhora das aves
Valei-me Senhora,
Tenho a casa cheia
Não sei que fazer…
EM - A POESIA DE CADA SIGNO - ANA LUPI - IN-FINITA
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