sábado, 7 de fevereiro de 2026

Em qualquer parte um homem - António Ramos Rosa

Em qualquer parte um homem
discretamente morre.

Ergueu uma flor.
Levantou uma cidade.

Enquanto o sol perdura
ou uma nuvem passa
surge uma nova imagem.

Em qualquer parte um homem
abre o seu punho e ri.

EM - POESIA PRESENTE - ANTÓNIO RAMOS ROSA - ASSÍRIO & ALVIM

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