LIVRO GENTILMENTE OFERECIDO POR IN-FINITA
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Sou marginal
num cárcere habitado pela escuridão.
Vivo acorrentada, com os pulsos feridos
e sonhos escondidos
na palma da mão.
Consinto, enjaulada
castrada na essência.
Entrego-me ao poder
dos que crêem nascer
do ventre da sapiência.
Contorço-me e vendo-me.
Serei o que me pedem
rasgada e imunda,
defraudada e fútil,
estúpida inútil,
rasamente profunda.
EM - CONEXÕES ATLÂNTICAS III - ANTOLOGIA - IN-FINITA

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