quarta-feira, 4 de abril de 2018

14 - EMANUEL LOMELINO

LIVRO GENTILMENTE OFERECIDO PELA EDITORA
Saibam de Jesús Recio Blanco aqui
Saibam de Emanuel Lomelino aqui

Na treva parida,
as silhuetas
recusam e negam
a paternidade
aos espectros
e afastam
a presença de luz
que poderia
extinguí-las.

EM - POLICROMIA PARA CEGOS - JESÚS RECIO BLANCO/EMANUEL LOMELINO - EDIÇÕES VIEIRA DA SILVA

1 comentário:

  1. É muito filosófico este poema Vou tentar! Aquele que não sabe ver a verdade-as suas origens- recusando a luz- ,é que é cego,e,não o que à nascença é cego.
    Quero entender que "o cego é aquele que não quer ver", neste caso.
    NÃO SEI SE CONSEGUI !

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