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terça-feira, 21 de maio de 2013

Cai a noite - FRANCIS RAPOSO FERREIRA

Quando a noite cai
Recolhemos ao abrigo
Toda a canseira se esvai
No reencontro contigo.

Esqueço a desilusão
Do colega que me traíu,
Abro as janelas do coração,
A quem o coração me abriu.

Não és uma qualquer,
Tu és a minha menina
Num corpo de mulher.

Ganho nova vida contigo,
Tu és a luz divina
Que me chama ao abrigo.

EM - 1ª ANTOLOGIA UNIVERSUS - ANTOLOGIA - UNIVERSUS

3 comentários:

  1. Muito doce... bela escolha, Emanuel!

    Adorei!

    Li desse poeta outro poema: uma homenagem a Bocage, um dos meus portugueses preferidos!


    Bocage

    Bocage, simplesmente,
    O ilustre poeta sadino,
    Cantou sua singela gente,
    No seu jeito de Homem-menino.

    Poderia viver com honrarias,
    Preferiu cantar o seu povo,
    Vivendo por entre poesias
    Conseguia manter-se novo.

    Passou por muitos dissabores,
    Nunca se deixando vergar,
    Inúmeros foram seus amores.

    Mulheres, invejas, perseguições
    Tudo, ele, conseguiu cativar.
    Morrendo em míseras condições.

    Francis Raposo Ferreira


    beijo gaúcho

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  2. Um soneto muito dócil e direccionado. Belo! Grata

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  3. Belo Poema. Doce e bem expressivo. Grata.

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