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terça-feira, 30 de abril de 2013

A Rosa - CRISTINA PINHEIRO MOITA

Era uma rosa diferente
como qualquer outra, morreu
tinha um cheiro enigmático
quem a cheirou não esqueceu.

Não há perfume de rosas
que faça lembrar o seu
foi uma rosa poderosa
no jardim onde cresceu.

Teve o reflexo no tempo
que a noite e o dia lhe deu.

Essa rosa já não volta
vive a roseira que a deu.

Podem nascer mais mil rosas
outras rosas, picos seus
No funeral dessa rosa.

O cheiro do amor floresceu:

EM - FALUA DA SAUDADE - CRISTINA PINHEIRO MOITA - LUA DE MARFIM

1 comentário:

  1. A Falua da Saudade trouxe-me uma rosa "decadente", não sei donde partiu, se do Mondego se do Tejo.
    A roseira é venerada, eu sei e até a minha desbotou, agora passou a dar-me rosas cor-de-rosa.
    Gostei e agradeço este Poema, tão original.

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