LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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Fazem parte da nossa história,
sendo exceção os meninos,
que na sua infância, ou adolescência,
em Angola,
não palmilharam caminhos,
aonde as plantas silvestres,
se cruzaram no seu destino.
São registos afetivos, de boa memória,
da criança que a caminho do rio Luena,
passando pelo bairro da vala,
encontrava maboques e loengos23, saborosos…
“que quando se comem, nem se fala”!
O maboque maduro, de cor amarela,
era chamada a laranja do mato;
de casca grossa e gomos septados,
este fruto era do meu agrado.
O loengo, de cor arroxeada,
assemelhando a ameixa,
arregalava os nossos olhos
e aguçava o apetite,
pela antecipada perceção
do sabor que deixava.
Mais tarde, na adolescência, em Luanda,
o dendém23 e as gajajas24.
O dendém, utilizado na confeção da moamba;
a gajaja, fruta de casca lisa, alaranjada,
usada como refresco, pela sua polpa adocicada,
era por todos desejada.
Frutos tradicionais,
alguns citados, de entre muitos mais;
frutos tropicais, existentes em Angola!
EM - SENTIR ANGOLA - IVO ÁLVARES FURTADO - IN-FINITA
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