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Para Pam Sa
Não seja pedra,
Nem seja perda,
Seja pã, na flauta.
Com sua orquestra
Na Terra do Nunca,
O que não se repete.
Não mantenha-se,
Não para-te quieta
Caiu no duro mundo,
De paraquedas.
Abra a mochila,
Tira uma carta,
É o louco
Sempre de ponta.
Assim é o mundo,
De papo para o ar,
Vamos levar,
As pedras estão lá.
São imóveis
Como os edifícios
Que irão perdurar.
Mas não somos
Pedras nem perdas,
Somos pã
Levando a vida
Na flauta.
EM - MULHERIO DAS LETRAS PORTUGAL (POESIA) - COLECTÂNEA - IN-FINITA
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