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segunda-feira, 26 de março de 2018

Um nada - GEORGINA CAÇADOR

LIVRO GENTILMENTE OFERECIDO PELA AUTORA
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O desejo veemente
De agarrar a vida
E andar em frente,
É por demais expandido.
Saber que cada dia se vai saber mais,
É uma riqueza,
Fique bem entendido.

Agarrar o mesmo, o torpe,
O ser mais um no rebanho
É uma tristeza
Com certeza.

Hoje eu sou um ninguém,
Um não saber de nada
Nem nada e porém,
Que vontade tenho eu,
De ser alguém.

EM - VIVEIRO DE PALAVRAS - GEORGINA CAÇADOR - EDIÇÕES VIEIRA DA SILVA

2 comentários:

  1. Neste poema a primeira estrofe sugere ânimo, vontade de viver, em contraste com outras duas. Assim nos acontece, ao longo da vida. Dias melhores dias de pessimismo, ou apenas em algumas horas ... é a realidade !

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