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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

45 - ÁLVARO DE CAMPOS

Ah, sempre me contentou que a plebe se divertisse.
Sou-lhe alheio à alegria, mas não alheio a que a tenha.
Quero que sejam alegres à maneira deles.
Se o fossem à minha seriam tristes.
Não pretendo ser como eles, nem que eles sejam como eu.
Cada um no seu lugar e com a alegria dele.
Cada um no seu ponto de espírito e falando a língua dele.
Ouço a sua alegria, amo-a, não participo não a posso ter.

EM - POESIA - ÁLVARO DE CAMPOS - ASSÍRIO & ALVIM

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