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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Limites - LISETTE ALVARINHO

Tinha o azul para pintar
Um sonho vago, eloquente.
Estar ali e poder ficar
Nesse palco vazio, decadente.
Num espaço apertado, circunscrito,
Onde o limite a traçar
Só seria o infinito.
Uma tela enorme, vaga e fria,
Do longo caminho percorrido
Perdida na nostalgia
Dum Outono adormecido,
Que deu lugar ao Inverno,
Dessa tão longa corrida.
Um sopro suave, calmo e terno,
Neste percurso da vida.

EM - TRANSPARÊNCIAS - LISETTE ALVARINHO - UNIVERSUS

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