Este blogue pretende ser uma montra de poemas e poetas de língua portuguesa.
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

23 - JAIME ROCHA

De uma rua branca sai uma cobra
que escorrega por entre as tílias.
O ruído de um comboio ouve-se ao longe
como se nascesse dentro de uma caixa.
À entrada de um túnel está um homem
com uma bandeira. É para a cobra que
ele acena, respondendo a um sinal.

EM - DO EXTERMÍNIO - JAIME ROCHA - RELÓGIO D'ÁGUA

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