Este blogue pretende ser uma montra de poemas e poetas de língua portuguesa.
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

3 - JAIME ROCHA

Um cântico surge então do crepúsculo.
Um livro cai no meio de um jardim e a ameaça
começa de novo, dentro do espaço doente
do olhar. Há uma planta que sai da terra e nos
enlaça. A sua marca é a de uma vertigem,
como se as veias abrissem os caminhos
que delimitam os ângulos da cidade-

EM - DO EXTERMÍNIO - JAIME ROCHA - RELÓGIO D'ÁGUA

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