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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

12 - JAIME ROCHA

É nesse silêncio das máscaras que
a cidade se levanta e o homem devora
as construções. Está cego porque quer, e mudo.
Dentro dele as sombras fabricam um veneno
de cobra. O pássaro está ferido. Ao atravessar
o túnel levanta uma zona de bolor e é como
se adormecesse dentro de um vaso.

EM - DO EXTERMÍNIO - JAIME ROCHA - RELÓGIO D'ÁGUA

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