LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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Pediu-me um poema, só para os olhos dele,
Numa língua falada pelos poros da pele.
A leitura gozava o ritmo dos versos que frequentam
lugares quentes,
Nas rimas deliciosas que provocam o inconsciente.
As reticências, hum... as reticências exigem o prazer.
Assumido, o dedo segue o ponto de exclamação
Num preenchimento esgotante.
Dolorosamente agradável, a língua procura colaborar...
quente.
A saliva serve para matar a sede?
Um leve suspiro aprova o ponto de interrogação.
Cautelosa, a vírgula explora o prazer intermitente.
Genuinamente satisfeitas, as aspas assumem o seu papel.
As sensações de trunfo desnudam as maiúsculas,
incitando-as a explorar mais,
Enquanto o ponto e a vírgula, num movimento
inconstante,
Se deleitam dentro de mim.
O desejo absorve as rimas em tom de veneração,
Acariciando sensualmente o ponto final.
Involuntariamente, o parágrafo testa a ansiedade
brincando com a mente.
Não é loucura, mas sim pura inspiração.
O timing está à altura do teu delírio.
Segue-me, se queres continuar!
Declamar-me é o passo que deves dar para que vivas
num poema virtual.
EM - (E)TERNA SENSUALIDADE - NICOLETA PECELI - IN-FINITA
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