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domingo, 14 de julho de 2024

Liberdade (excerto) - Fátima Horta

LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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Liberdade: como todos gostam de ti!
Teu nome é maravilhoso e muito desejado,
Todos te queremos alcançar.
A palavra Liberdade inspira-me a escrever em palavras,
Em liberdade, a tudo o que me rodeia.
À nossa cidade Lisboa, capital de Portugal,
Onde se cruzam vários idiomas,
É uma cidade multicultural.
A nossa fé consciente é pura liberdade.
Liberdade é muito importante,
Mas temos de ter em atenção que, em demasia,
Pode provocar problemas a nível coletivo.
Liberdade. Há muito que fui tentando perceber
O que quereria dizer. Cresci a ouvir dizer,
Cuidado, não se fala o que não se sabe.
Não se fala o que não se pode.
Cresci e vivi a minha juventude, até aos 24 anos,
Sem saber verdadeiramente o que era a liberdade.
Sem saber o que significava de verdade.
Graças a uma manhã de abril, acordei a escutar,
E a perceber melhor o que era liberdade.
Tinha havido um golpe de estado,
Feito por um grupo de Capitães.
...
EM - LIBERDADE - COLETÂNEA - IN-FINITA

terça-feira, 18 de julho de 2023

Boca Sábia - FÁTIMA HORTA

LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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Oh! Boca sábia.
Que devagar vais desfolhando palavras quentes ao meu ouvido.
Vem ter comigo ao chuveiro, e aí, impacientemente,
Com beijos me vais sugar.
Abre os teus braços, anda!
Quero sentir o calor do teu corpo.
Quero que me venhas beijar.
Deixa-me ficar assim,
Escutando o palpitar do teu coração.
Vem possuir-me por inteiro,
Amar até à exaustão.
Deixa dizer-te o quanto sou feliz ao teu lado.
Mesmo que já muito tempo tenha passado.
Assim, com chuva de espuma nos nossos corpos,
E, na intensidade da nossa saliva,
A fantasia foi acontecendo com muita magia.
No fim da nossa loucura, eu digo,
Vem amor até à beira-mar!
E, com cada grão de areia que recolhermos,
Vamos pincelar uma aguarela colorida!
Com nosso amor que é infinito.

EM - AMANTES DA POESIA E DAS ARTES - COLETÂNEA - IN-FINITA

domingo, 31 de maio de 2020

Chuva - FÁTIMA HORTA

LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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A chuva tardou.
Mas hoje chegou.
É uma bênção, uma riqueza,
Que hoje está a cair das nuvens do céu.
Para matar a sede aos campos, às plantas, florestas.
Rios, barragens, seres humanos e animais.
A chuva cai,
Sobre telhados e beirais.
Sobre a terra, rios e mar.
Para todos nos alegrar.
Oh chuva abençoada,
Não tragas contigo a trovoada!
Não exerças vingança,
Corre sim com dignidade.
Não faças destruição e maldade.
Tu és a essência da vida.
Sem ti ninguém sobrevivia.
A vida parava, não existia.

EM - GRÃOS DE AREIA - FÁTIMA HORTA - IN-FINITA

terça-feira, 26 de maio de 2020

Água - FÁTIMA HORTA

LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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Sou água, sou rio, barrancos, ribeiras.
Riachos, sou gota, sou mar.
Mato a sede, alegro a vida, não me desperdicem.
Aos poucos posso acabar.
Sou transparente.
Não me queiram desafiar.
Não me maltratem.
Muita dor eu posso causar.
Sem mim ninguém sobreviveria.
Os rios e mares secavam,
Os campos não verdejavam.
A vida parava, não existia.
Quem sou?
Sou água, sou gota.
Que mesmo caindo, em grande quantidade ou apenas gota,
Sou amor, sou vida para toda a Humanidade.

EM - GRÃOS DE AREIA - FÁTIMA HORTA - IN-FINITA

quinta-feira, 21 de maio de 2020

A chuva cai - FÁTIMA HORTA

LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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A chuva cai, vem ouvir!
Água pura, vai descendo.
A chuva tem beleza. Sem ela a vida cessa.
Paro. Olho o céu. Como que adormecida.
Os mares e os rios secam.
Água é dom precioso. É vida!
Silêncio amiga. Não digas nada.
A chuva continua a cair, mesmo das mais negras nuvens.
Com amor e frescura,
É um ciclo da mãe natureza,
Recebemo-la com respeito e ternura!

EM - GRÃOS DE AREIA - FÁTIMA HORTA - IN-FINITA

sábado, 16 de maio de 2020

Planeta Terra - FÁTIMA HORTA

LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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Sou sol que aquece, terra que dá pão.
Lua que à noite venho espreitar.
Sou fogo, ar que respiras,
Sou o criador, sou verbo amar.
Sou embrião, feto que se desenvolve.
Sou flor, sou criança,
Sou estrela, planeta, cometa, sou água que dá vida,
Sou vida e sou esperança.
Sou chuva, sou onda que dança no mar,
Que vem bater nos rochedos.
Trazendo rastos de espuma,
E muitos segredos.
Sou vento agreste, fauna, rio,
Sou o nascer, a morte, tristeza, alegria.
Árvore que dá sombra e oxigénio,
Sou noite, sou dia.

Para que todos o nosso Planeta Terra seja saudável,
Temos de preservar esta infinita beleza.
E assim salvarmos a Mãe Natureza.

EM - GRÃOS DE AREIA - FÁTIMA HORTA - IN-FINITA

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Pôr-do-sol - FÁTIMA HORTA

LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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A natureza me atrai,
O pôr-do-sol me fascina.
Visto no cimo daquele monte,
Tem beleza que me contamina.
O sol que ilumina o dia,
Á noite o vejo desaparecer.
Vem a lua, as estrelas iluminar a noite.
À noite gosto de escrever.
Tudo tem sua beleza,
As montanhas, as nuvens, as ondas e o mar,
A luz de um farol.
É fascinante ver ao longe,
Ver ao longe, o pôr-do-sol.
O sol é a estrela mais próxima da Terra,
É uma das principais fontes de energia.
O sol é um dos motores da vida.

EM - GRÃOS DE AREIA - FÁTIMA HORTA - IN-FINITA

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Amo - FÁTIMA HORTA

LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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Amo a natureza, a lua, o sol, a chuva,
A luz que me alumia.
Que me afasta da tristeza,
Amo a noite, amo o dia.
Amo os animais da Terra, sinto-me bem,
Quando ouço o chilrear do passarinho.
Amo as águas quando inverna,
Amo e respeito o silêncio de um ninho.
Amo deus que é nosso pai,
Que protege todos nós.
Amo a natureza e a humanidade,
Amo a sua infinita voz.

EM - GRÃOS DE AREIA - FÁTIMA HORTA - IN-FINITA

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Alguém que eu detesto - FÁTIMA HORTA

LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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És feia mas atrais,
Sedutora, apaixonada, triste.
Crias sonhos, ilusões,
Fazes ver o que não existe.
Voas como os passarinhos,
Viajas como um viajante.
Percorres o mundo inteiro,
Julgas-te muito importante.

És má, cruel,
Vives para matar.
Quem cai nos teus braços,
Muito dificilmente se vai libertar.

Por tudo isto, eu digo o teu nome,
Esse nome que é muito feio.
Para que todos fujam sem demora,
Do teu encontro, do teu meio.
O teu nome é droga.

EM - GRÃOS DE AREIA - FÁTIMA HORTA - IN-FINITA

sábado, 25 de abril de 2020

Bando de gaivotas - FÁTIMA HORTA

LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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Vi!
Vi um bando de gaivotas,
Voando, voando.
No cais junto ao mar,
Apreciei o seu esforço,
Da luta pela vida e da rapidez,
Com que vinham na água pousar.
Como aquelas aves tão franzinas,
Delicadas, fortes e corajosas.
Sabem o que é amar.

Amam a vida,
Amam os seus filhotes.
Amam, amam sem se cansar.
Amam tudo o que as rodeia,
Amam o seu mundo,
Amam o mar.

Vi!
Vi um bando de gaivotas.
Dando-me força para a vida.
Tudo o que vi, foi surpresa.
Lutando pela vida, vi um bando de gaivotas.
Vi a força da natureza.

EM - GRÃOS DE AREIA - FÁTIMA HORTA - IN-FINITA

segunda-feira, 20 de abril de 2020

Traineira pequena - FÁTIMA HORTA

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Sou traineira pequena,
Ajudo o meu dono nas fainas do mar.
Sou traineira velhinha, trabalhei muito,
Estou cansada.
Muita lágrima eu vi chorar.

Sou traineira pequena,
Já carreguei muita dor.
Muitos amigos eu deixei no mar.
Sou traineira velhinha.
Sou traineira saudade.
O meu fim está a chegar.

EM - GRÃOS DE AREIA - FÁTIMA HORTA - IN-FINITA

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Mar - FÁTIMA HORTA

LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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Poetas, deixem entrar,
O aroma desse lindo mar.
Que nos encanta e nos envolve,
Nas ondas gigantes, que queremos abraçar.

Poetas! Todos escrevem,
Palavras de carinho e amor.
A ti, oh mar salgado, digo que és belo.
Mas também um berço de dor.

És força, sustento, arte.
Tua ondulação é dança movimentada.
Olho para ti e vejo,
A onda rebentar na areia, já cansada.

Poetas, nunca se cansem,
De escrever palavras a essa grande dimensão.
Oh mar, dás alegria, respeito, dor.
Mas também solidão.

Portugal te homenageia.
Os filhos Portugueses nos teus braços andam a navegar.
Banhado pelo oceano Atlântico, Portugal conhece-te bem.
Oh Mar salgado! Doce Mar.

EM - GRÃOS DE AREIA - FÁTIMA HORTA - IN-FINITA

sexta-feira, 10 de abril de 2020

Fado não pode morrer - FÁTIMA HORTA

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Tenho sede de cantar,
O fado com alegria.
Seja em Alfama, Madragoa,
Bairro Alto, Mouraria.

O fado não tem dono,
É meu, é teu, é do mundo.
Percorre ruas e vielas,
Levando vida de vagabundo.

Tenho se de cantar,
O poema do meu passado.
São retalhos da minha vida,
São retalhos do meu fado.

Cantem! Cantem o fado.
Cantem com a alma a valer.
Seja em Portugal ou pelo mundo,
O fado não tem fronteiras, o fado não pode morrer.

EM - GRÃOS DE AREIA - FÁTIMA HORTA - IN-FINITA

domingo, 5 de abril de 2020

Xaile de fadista - FÁTIMA HORTA

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É companhia da fadista,
O xaile liso ou rendado.
Com franjas grandes ou pequenas,
Branco, preto ou encarnado.

Ao ouvir cantar o fado,
Dessa bela cantadeira,
O xaile que lhe cobre os ombros,
Move-se como no rio a traineira.

Seja pequeno ou grande,
Por ele a fadista tem paixão.
Quando o coloca aos ombros,
Faz do fado uma oração.

Hoje lembrei-me de ti,
Fazes parte do presente e passado.
Oh xaile que percorres o mundo,
Aos ombros de quem canta o fado.

EM - GRÃOS DE AREIA - FÁTIMA HORTA - IN-FINITA

domingo, 29 de março de 2020

Avó e Avô - FÁTIMA HORTA

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Avó e Avô,
Duas palavras pequeninas mas de grande valor.
Hoje não ficam esquecidas.
É uma homenagem simples, mas merecida.
Todos os queremos,
São eles uma universidade da vida.
Avós são pais duas vezes.
Deram ao mundo o pai e a mãe que todos temos ou tivemos.
Já não tenho avós.
Guardo a recordação dos seus rostos,
Em muitos retratos velhinhos.
Recordo o amor que me deram,
E de tantos carinhos.
Para todo o mundo, vai um beijo a todos os inesquecíveis:
Avozinhas e Avozinhos.

EM - GRÃOS DE AREIA - FÁTIMA HORTA - IN-FINITA

terça-feira, 24 de março de 2020

Mãe solteira - FÁTIMA HORTA

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Maria, Ana, Lurdes, tanto faz.
Não interessa o nome. És mulher.
É a ti, com respeito, que dedico esta mensagem,
Que fica por acabar.
São tantas as palavras de amor,
Que o teu filho tem para de dar.
Mulher!
Não negaste a vida,
Que o teu ventre carregou.
Sofreste sozinha, abandonada,
Pelo homem que o amor te negou.
Nasceu outro amor ainda maior.
Desse amor que um dia te foi negado.
És feliz, sentes orgulho do teu filho.
Por ele, o teu ventre foi rasgado.
O teu filho cresceu, deu-te família.
A família que sempre quiseste ter.
Casou-se, deu-te netos.
E, esses amores, vês crescer.
Ah! Mulher, bendito nome.
Foste mãe e pai ao mesmo tempo.
Tanto pão que não comeste para lhe dar,
Criaste o teu filho à tua maneira.
E, hoje sim, sentes orgulho,
De teres sido mãe solteira.

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quinta-feira, 19 de março de 2020

Pai - FÁTIMA HORTA

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Pai.
É escola de virtude,
Semente, vida, amor.
Pai, é saudade,
É verdade, calor.
Pai é o amigo verdadeiro,
Que todos tivemos um dia.
Pai é o homem,
Que guardarei sempre,
No meu coração.

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sábado, 14 de março de 2020

Flor rejeitada - FÁTIMA HORTA

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Amigo!
As flores têm perfume, cor.
Têm vida,
Precisam de quem trate delas com amor.
E eu quem sou?
Sou criança, flor a desabrochar.
Suja, com fome,
Sou criança da tua,
Sou criança sem lar.
Os adultos passam sempre a correr,
Sem tempo para mim olhar.
Parem.
Olhem para mim.
Preciso do vosso carinho,
Da vossa afeição.
De um sorriso,
Preciso da vossa mão.
Parem e pensem.
O Natal é todos os dias do ano.
Sou flor que chora quando mal tratada.
Não tenho culpa de me terem semeado, de ter nascido,
E hoje sou flor rejeitada.

EM - GRÃOS DE AREIA - FÁTIMA HORTA - IN-FINITA

segunda-feira, 9 de março de 2020

Vejo crianças - FÁTIMA HORTA

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Vejo!
Vejo crianças serem usadas.
Pedindo esmolas,
Serem mal tratadas.
Vejo!
Vejo crianças ao colo de alguém,
Estendendo a mão.
À sua frente um cartaz que diz,
Preciso de pão.
Vejo!
Vejo crianças com rostos tristes,
Sujas, descalças, deitadas no chão.
Ao seu lado, outro ser que diz:
Dá-nos esmola, não negues a tua mão.
Vejo!
Vejo crianças, crianças usadas.
Produto da violência, racismo, fome, escravidão.
Usadas Porquê?
Por que razão?
Não sei.
Só sei que vejo crianças exploradas,
Deitadas no chão.

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quarta-feira, 4 de março de 2020

A todas as Marias - FÁTIMA HORTA

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Maria! És tu, sou eu.
Maria cidade, aldeia, camponesa,
Maria paciência, alegre, tristeza.
Maria ao nascer trouxe uma estrela,
Nela, o destino marcado.
Maria mãe, mulher,
Faz da vida o seu fado.
Maria simples, amiga, sofredora,
Maria infeliz, feliz, afetuosa.
Maria virtude, Maria pescadora.
Maria carinho, carente, lutadora.
Maria só sabedoria,
Maria revoltada.
Maria simplesmente Maria.
Maria, não desistas de lutar.
Tens o destino marcado.
Tenta sorrir e,
Ao escutares o trinar da guitarra e viola,
Agradece a deus o dom da vida.
E abre os braços a esse teu fado,
Porque o mais importante da vida,
É saborearmos cada segundo da nossa existência.

EM - GRÃOS DE AREIA - FÁTIMA HORTA - IN-FINITA