LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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Hoje é só contação de história
Sobre mim, esta flor, minha mãe e a horta.
E o perfume forte, que era meu pavor.
Todo sábado: eu, Angélica e a mesma tragédia.
Eu voltando da horta às pressas,
Chegando sempre com a flor murcha.
Eita dor de cabeça,
Do cheiro que ela exalava.
A minha mãe, ela perfumava,
O cheiro tomava toda a casa.
E o castigo que ela me causava...
Angélica, flor do perfume,
Na minha vida virou costume.
Voltar correndo com o bouquet de flor,
Que sempre murchava no caminho.
E minha mãe ralhando comigo...
Culpa do trajeto?
Da minha pressa?
Ou da bendita flor?
EM - HÁ FLORES EM VOCÊ - COLETÂNEA - IN-FINITA
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