LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
"Os poetas mostram-se sempre como são. Não por serem mais sinceros, mas por imposição da própria poesia. Porque irrompe das profundezas ígneas do ser, quando se manifesta traz à tona a verdade
ainda a fumegar"
(Miguel Torga)
Na geometria do tempo, o poema mira o caos.
No horá (diá) rio o oxigénio do medo e o vazio.
O inferno do quotidiano e a decadência em vertigens.
No declínio do abismo a dor e o ranger dos ossos.
A realidade da existen (desisten) cia em combustão.
Verdades a silenciar em dimensão insustentável.
Sobrevivência por tentativas atraem dúvidas da vida.
O exilio do ser e estar no declínio do questionar.
E a mente? Inventa? A dor mente?
E a vida? Disfarçada na mente. Mente.
Agarr (arregaç) ar as palavras.
Ah, os versos. Fortificam a poesia.
Na geografia do poema, a coragem de resistir.
Que previsões para prezar em epopeia a expressão?
Expirar o inspirar da mente. Convictamente.
Ter tempo no tempo em concilio sustentável.
EM - CONEXÕES ATLÂNTICAS X - COLETÂNEA - IN-FINITA
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