LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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a quem dei entrada
derrubando os muros
grafitados com sangue
nas agonias da sombra
esbarro em mim
e desfaço a teia
que asfalta
outras esquinas
onde ocupei espaço
e serei besta no esgrimir
incessante
de todos os passos
que me amassam a alma
na fuga do palco
onde a busca
se transmuta em tropeço
que eu caia aquém do tempo
na descoberta
e que não me levante
na imposição do andar
que reste deitada
orgasmo o das minhas asas
no suturar das feridas
EM - NOS DEDOS AS PALAVRAS - ANA P DE MADUREIRA - IN-FINITA

Deve abandonar tudo o que a tortura.
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