Este blogue pretende ser uma montra de poemas e poetas de língua portuguesa.
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Em meu peito arde uma estranha flor - ALVARO GIESTA

LIVRO GENTILMENTE CEDIDO POR IN-FINITA
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– ao João Dórdio, poeta

Em meu peito cresce
uma estranha flor de estranha fome
          – álacre leveda como estranho vento
que a madrugada teve
buscando o sonho de estranha fonte

Cerro os punhos nesta força de escrever

Levantas-me do abismo – oh palavra
de estranha fome – e os meus dedos parem
versos estranhos
como se fossem inexpugnável torre

Assim sou
a semear meus dias neste deserto
branco à espera da palavra certa

Palmas das mãos abertas – as minhas

Vede estas chagas
que ao meu céu suplicam o sol
em sua forma divina e empírea luz
no germinar duma nova liberdade

EM - O SERENO FLUIR DAS COISAS - ALVARO GIESTA - IN-FINITA

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