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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Guardo palavras ásperas - PAULO AFONSO RAMOS

No hábito do dia
que caminhas na memória
guardo palavras
como prisioneiras do templo

são palavras ásperas
acorrentadas ao silêncio.

EM - PASSOS ESPALHADOS PELO CHÃO - PAULO AFONSO RAMOS - LUA DE MARFIM

4 comentários:

  1. Podem ser exílio essas palavras presas ao silêncio, mas não renúncia. Nunca renúncia.

    Um beijo

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    1. Lídia Borges! É uma honra para este blogue receber tão ilustre e admirada presença.
      Beijo.

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  2. Aprecio o aspecto formal, sintético deste texto.
    O seu conteúdo é triste, nunca desistir !
    Quem é que não passa por este estado de espírito, com essas memórias?

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    1. Maria Beatriz! Volta e meia será de bom tom eu vir aqui agradecer-lhe a presença constante, interessada e conhecedora.
      Obrigado pelo acompanhamento regular deste blogue. Bem haja.

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