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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

XLII - ALBERTO CAEIRO

Passou a diligência pela estrada, e foi-se;
E a estrada não ficou mais bela, nem sequer mais feia.
Assim é a acção humana pelo mundo fora.
Nada tiramos e nada pomos; passamos e esquecemos;
E o sol é sempre pontual todos os dias.

EM - POESIA - ALBERTO CAEIRO - ASSÍRIO & ALVIM

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