Este blogue pretende ser uma montra de poemas e poetas de língua portuguesa.
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sábado, 10 de julho de 2010

Revolução - SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN


Como casa limpa
Como chão varrido
Como porta aberta

Como puro início
Como tempo novo
Sem mancha nem vício

Como a voz do mar
Interior de um povo

Como página em branco
Onde o poema emerge

Como arquitectura
Do homem que ergue
Sua habitação

in... O nome das coisas - SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN - Caminho

Site da editora aqui

1 comentário:

  1. A poesia escorre no papel, tal qual vinho
    Derramado da taça.

    BOM FDS......Beijos na alma! M@ria

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